Barack Obama diz que não irá tolerar ataques contra norte-americanos
Protestos contra filme anti-islâmico estão ocorrendo em vários países.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, rejeitou neste sábado (15) qualquer difamação contra o Islã, mas disse que não há desculpa para ataques à embaixadas dos EUA, insistindo que ele nunca irá tolerar esforços para prejudicar os norte-americanos.
"Eu já deixei claro que os Estados Unidos têm um profundo respeito por pessoas de todas as religiões", disse Obama em seu discurso semanal no rádio. "No entanto, nunca há qualquer justificativa para a violência... Não há desculpa para ataques contra nossas embaixadas e consulados."
Protestos contra os Estados Unidos têm ocorrido por diversos países em resposta a um filme que insulta o profeta Maomé. Um ataque contra o consulado do país na cidade líbia de Benghazi matou o embaixador norte-americano, Christopher Stevens, e outros três nesta semana.
Um dia depois de Obama conduzir uma cerimônia marcando o retorno dos corpos dos norte-americanos mortos na Líbia, ele reconheceu que uma onda de violência anti-EUA no Oriente Médio é preocupante. O Pentágono irá enviar fuzileiros navais para reforçar a segurança na embaixada dos Estados Unidos no Sudão, após reforços semelhantes na Líbia e Iêmen.
A turbulência no Oriente Médio teve repercussões em uma eleição presidencial disputada nos Estados Unidos, com o republicano e adversário de Obama, Mitt Romney, dizendo que o atual presidente enfraqueceu a autoridade do país ao redor do mundo.
"Eu já deixei claro que os Estados Unidos têm um profundo respeito por pessoas de todas as religiões", disse Obama em seu discurso semanal no rádio. "No entanto, nunca há qualquer justificativa para a violência... Não há desculpa para ataques contra nossas embaixadas e consulados."
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Um dia depois de Obama conduzir uma cerimônia marcando o retorno dos corpos dos norte-americanos mortos na Líbia, ele reconheceu que uma onda de violência anti-EUA no Oriente Médio é preocupante. O Pentágono irá enviar fuzileiros navais para reforçar a segurança na embaixada dos Estados Unidos no Sudão, após reforços semelhantes na Líbia e Iêmen.
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