Rússia e Ucrânia assinam acordo para retirar os obstáculos comerciais
Acordo foi assinado durante visita do presidente ucraniano ao país.
A Rússia e a Ucrânia assinaram nesta terça-feira (17) um acordo destinado a retirar os obstáculos comerciais entre os dois países, durante uma visita do presidente ucraniano Viktor Yanukovich à Rússia.
Este acordo foi assinado junto a uma série de outros documentos após negociações entre Yanukovich e seu colega russo Vladimir Putin, enquanto a oposição ucraniana manifesta em Kiev contra o governo e o abandono, no final de novembro, de um acordo de associação com a União Europeia.
Investimentos
A Rússia irá investir US$ 15 bilhões em títulos do governo ucraniano e reduzirá em um terço o preço do gás vendido a este país, anunciou o presidente russo Vladimir Putin.
"Levando em conta os problemas da economia ucraniana (...), o governo russo decidiu investir uma parte de suas reservas (...) em títulos do governo ucraniano, num valor de 15 bilhões de dólares", declarou.
"Isto não está ligado a nenhuma pré-condição, nem a um aumento, nem a uma diminuição, nem ao congelamento de benefícios sociais, de aposentadorias, bolsas de estudo e despesas", acrescentou, em referência às condições impostas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) para conceder um empréstimo a Kiev.
O ministro russo das Finanças, Anton Siluanov, indicou ainda que este montante será investido entre 2013 e 2014 em obrigações emitidas pela Ucrânia, segundo as agências de notícias russas.
Putin ressaltou ainda que a Rússia aceitou reduzir em um terço o preço do gás vendido para a Ucrânia, que passaria a custar US$ 268,5 por 1.000 metros cúbitos, ao invés dos mais de US$ 400 atuais.
Ele afirmou ainda que a questão da adesão da Ucrânia à união aduaneira liderada por Moscou, rejeitada pela oposição pró-europeia na Ucrânia, não foi discutida durante as negociações.
"Gostaria de garantir a todos que nós não discutimos a adesão da Ucrânia à União Aduaneira", declarou.
No entanto, os dois países assinaram nesta terça-feira um acordo destinado a retirar os obstáculos comerciais junto a uma série de outros documentos.
A oposição ucraniana, que protesta há quase quatro semanas em Kiev contra a rejeição do governo em assinar um acordo de associação com a União Europeia, no final de novembro, acusa o governo de Yanukovich de querer "vender" o país à Rússia.
Este acordo foi assinado junto a uma série de outros documentos após negociações entre Yanukovich e seu colega russo Vladimir Putin, enquanto a oposição ucraniana manifesta em Kiev contra o governo e o abandono, no final de novembro, de um acordo de associação com a União Europeia.
Investimentos
A Rússia irá investir US$ 15 bilhões em títulos do governo ucraniano e reduzirá em um terço o preço do gás vendido a este país, anunciou o presidente russo Vladimir Putin.
"Levando em conta os problemas da economia ucraniana (...), o governo russo decidiu investir uma parte de suas reservas (...) em títulos do governo ucraniano, num valor de 15 bilhões de dólares", declarou.
"Isto não está ligado a nenhuma pré-condição, nem a um aumento, nem a uma diminuição, nem ao congelamento de benefícios sociais, de aposentadorias, bolsas de estudo e despesas", acrescentou, em referência às condições impostas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) para conceder um empréstimo a Kiev.
O ministro russo das Finanças, Anton Siluanov, indicou ainda que este montante será investido entre 2013 e 2014 em obrigações emitidas pela Ucrânia, segundo as agências de notícias russas.
Putin ressaltou ainda que a Rússia aceitou reduzir em um terço o preço do gás vendido para a Ucrânia, que passaria a custar US$ 268,5 por 1.000 metros cúbitos, ao invés dos mais de US$ 400 atuais.
Ele afirmou ainda que a questão da adesão da Ucrânia à união aduaneira liderada por Moscou, rejeitada pela oposição pró-europeia na Ucrânia, não foi discutida durante as negociações.
"Gostaria de garantir a todos que nós não discutimos a adesão da Ucrânia à União Aduaneira", declarou.
No entanto, os dois países assinaram nesta terça-feira um acordo destinado a retirar os obstáculos comerciais junto a uma série de outros documentos.
A oposição ucraniana, que protesta há quase quatro semanas em Kiev contra a rejeição do governo em assinar um acordo de associação com a União Europeia, no final de novembro, acusa o governo de Yanukovich de querer "vender" o país à Rússia.
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