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Estimativa do mercado para inflação e PIB fica em 1,82%, aponta pesquisa

A projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) para 2027, ficou em 1,8%.

Dados do Boletim Focus desta segunda-feira (09), informam que as previsões do mercado financeiro para a expansão da economia e o índice de inflação ficaram estáveis, permanecendo em 1,82%. A pesquisa é divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC).

A projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) para 2027, ficou em 1,8%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima a expansão do PIB em 2%, para os dois anos.

Conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no ano de 2025, a economia brasileira cresceu 2,3%. Com expansão em todos os setores de agropecuária. O Boletim informou ainda que, a cotação do dólar está em R4 5,41 para o fim deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,50.

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), inflação oficial do país, permaneceu em 3,91% para este ano. A estimativa para a variação de preços em 2026 se mantém dentro do intervalo da meta que deve ser perseguida pelo BC.

Em janeiro, a alta dos preços da conta de luz e da gasolina fez a inflação oficial do mês fechar em 0,33%, mesmo patamar de dezembro. O IBGE destacou que o resultado levou o IPCA a acumular alta de 4,44% em 2025. A inflação de fevereiro será divulgada nesta quinta-feira (12), pelo instituto.

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros (Selic), definida atualmente em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. A taxa está no maior nível desde julho de 2026, quando se situou em 15,25% ao ano.

A estimativa dos analistas de mercado para a taxa básica foi elevada nesta edição do Boletim Focus – de 12% ao ano para 12,13% ao ano, até o final de 2026. Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve chegar a 9,5% ao ano.

Quando a Taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

Com informações da Agência Brasil

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