Equatorial Piauí realizou 74 operações de combate a furtos de energia no 1º semestre
A distribuidora intensificou ações de combate em 2025, com 74 operações, 35 prisões e mais de R$ 40 mil em equipamentos recuperados no semestre.
A Equatorial Piauí promoveu, no primeiro semestre de 2025, um total de 74 operações de combate a furtos de energias, cabos e equipamentos do sistema elétrico do sistema elétrico em municípios de diversas regiões do estado. As ações, que contaram com o apoio da Polícia Civil e da Polícia Militar, resultaram em 35 prisões, com média de 12 operações e 6 prisões por mês.
De acordo com a Equatorial Piauí, durante o primeiro semestre de 2025 foram recuperados mais de R$ 40 mil em equipamentos e materiais apreendidos durante as operações realizadas em conjunto com os órgãos de segurança pública. A empresa informa que, nos últimos três anos, os prejuízos causados por furtos de energia, cabos e componentes da rede elétrica somam aproximadamente R$ 2 milhões.

As operações, segundo a Equatorial, ocorreram em vários municípios, com destaque para Parnaíba, que registrou 33 ocorrências, seguida por Teresina e Piracuruca, com 11 cada. Também foram realizadas ações em cidades como Bom Jesus, Luís Correia, Picos, Barras, Batalha, Buriti dos Lopes, Cajueiro da Praia, Cocal, Cocal de Telha, Colônia de Gurgueia, Curimatá, Esperantina, Miguel Leão e São João da Fronteira.
Lucélio Gomes, Executivo de Recuperação de Energia da Equatorial Piauí, afirma que a companhia mantém uma atuação constante com foco em educação e prevenção. “Com esse objetivo em nosso farol, temos apostado em desenvolvimento da nossa equipe de Segurança Empresarial e Supervisão com treinamentos em inteligência e ações operacionais. Ao longo desse período, também realizamos ações em comércio de sucatas no combate e na orientação de maneira eficiente por meio das operações Equi-Cobre e Eletro Alvo”.
Ele destaca ainda os impactos causados pelos furtos na rede elétrica. “Trabalhos contínuos de proteção à infraestrutura elétrica da distribuidora, uma vez que os furtos comprometem diretamente o fornecimento de energia para a população com impactos nos bairros, comunidades, serviços essenciais e para a própria segurança dos consumidores, já que há riscos de acidentes fatais. Por isso, além de apreender, nosso objetivo é sempre reforçar que a venda e a receptação de materiais elétricos furtados são atos criminosos”.
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