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Adolescente de Oeiras morre com suspeita de raiva humana após ser mordido por sagui

Conforme nota da Sesapi, o jovem de 17 anos morava na zona rural de Oeiras e apresentou os sintomas após mordida de sagui.

Nesta sexta-feira (17), um adolescente de 17 anos, que estava internado no Instituto de Doenças Tropicais Natan Portella, em Teresina, morreu com suspeita de raiva humana.

Conforme nota da Secretaria de Estado da Saúde do Piauí (Sesapi), o paciente, residente na zona rural de Oeiras, deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município no dia 11 de abril, quando apresentou sintomas que incluem desorientação, vômito em jato e febre persistente.

Foto: DivulgaçãoInstituto de Doenças Tropicais Natan Portella
Instituto de Doenças Tropicais Natan Portella

Ainda segundo a Sesapi, cerca de 40 dias antes dos sintomas aparecerem, o adolescente havia sido mordido por um sagui e, por isso, ele foi transferido para o hospital referência em doenças infecciosas na capital. O jovem, no entanto, não resistiu e veio a óbito.

A investigação epidemiológica segue em curso com o objetivo de esclarecer as circunstâncias da morte do paciente.

Confira abaixo a nota na íntegra:

A Secretaria de Estado da Saúde do Piauí (Sesapi) informa que vai abrir investigação para um caso suspeito de raiva humana, diante do óbito de um paciente de 17 anos ocorrido nesta sexta-feira (17), no Instituto de Doenças Tropicais Natan Portella.

O paciente, residente na zona rural de Oeiras, deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município no dia 11 de abril, apresentando sinais de desorientação, vômito em jato e febre persistente.

Segundo relatos, o adolescente havia sido mordido por um sagui cerca de 40 dias antes do início dos sintomas. Diante da gravidade do quadro, ele foi transferido ainda no mesmo dia para a unidade de referência em doenças infecciosas na capital.

A equipe de saúde realizou a coleta de material para exames preliminares, e novas amostras serão coletadas em Teresina e encaminhadas ao Instituto Pasteur, localizado no estado do Rio de Janeiro, para confirmação ou descarte.

A Sesapi destaca que seguirá acompanhando o caso e adotando todas as medidas necessárias no âmbito da investigação epidemiológica.

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