De acordo com a SSP, a operação resultou no cumprimento de 15 mandados de prisão, 18 mandados de busca e apreensão e no bloqueio judicial de R$ 5 milhões em contas vinculadas aos investigados.
Conforme o delegado Samuel Silveira, o homem possuía mandado de prisão em aberto pelos crimes de tráfico de drogas e organização criminosa e que está foragido de três estados.
Conforme a PM, a formação teve duração de três meses e teve objetivo de aprimorar o preparo técnico e operacional dos policiais piauienses da cavalaria.
A polícia informou que o suspeito tentou fugir durante a ação e descartou uma arma de fogo, mas foi capturado com apoio do Batalhão Especial de Policiamento do Interior (BEPI).
Esta segunda fase da operação apura um amplo esquema de lavagem de dinheiro e fraudes no setor de combustíveis, com indícios de ligação com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).
O secretário explicou que esse esquema operava no Piauí, Tocantins e Maranhão a partir da venda de combustíveis adulterados, que gerava concorrência desleal e prejuízos aos consumidores.
Conforme a SSP, o grupo utilizava uma complexa estrutura de empresas de fachada, fundos de investimento e fintechs para lavar capitais ilícitos, fraudar o mercado de combustíveis e ocultar patrimônio.
Coordenada pelo DRACO, a ação da Secretaria de Segurança Pública do Piauí prendeu dez suspeitos, apreendeu armas, drogas e drones nesta terça-feira (21).
Segundo a secretaria, em casos de documentos antigos, danificados ou com informações desatualizadas, o ideal é solicitar a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) com antecedência.
Através da investigação, os policiais identificaram que a facção vinha realizando falsas ações sociais com o foco de aliciar e cooptar jovens da comunidade para o grupo criminoso.