O ex-gestor de Campo Maior não teria prestado informações à Câmara Municipal sobre uma obra pública que não teria sido finalizada até a metade de 2017.
A inspeção foi feita após um áudio que vazou pela internet no início dessa semana, com denúncia da então diretora geral do Hospital Regional de Campo Maior, Jardênia Ribeiro de Sousa
O ex-prefeito teria aplicado recursos no valor de R$ 300 mil, repassados ao município através de um convênio com o Ministério do Turismo destinados para a realização do"Reveillon Maior".
João Lima e Fernando Andrade enquanto diretores do SAAE Campo Maior, estão sendo investigados por contratar a empresa Poços e Cia LTDA sem licitação e fazer pagamentos com recursos do RPPS.
Um inquérito civil foi instaurado após uma paciente fazer uma denúncia ao Ministério Público, relatando que procurou o atendimento médico de urgência no hospital mas não foi atendida.
O Ministério Público Federal recomendou que houvesse alteração da rota do transporte escolar no período da cheia do Rio Longá e que fossem disponibilizados ônibus escolares.
O MPE instaurou um Procedimento Preparatório Eleitoral para apurar o caso. De acordo com órgão há indícios de que um material impresso foi divulgado na cidade de Campo Maior.
O Ministério Público Federal expediu recomendação ao prefeito de Campo Maior para impedir a travessia de alunos em boias do Rio Longá nos períodos de cheias.
O Ministério Público instaurou um processo administrativo após receber reclamações a respeito de uma agência do banco localizada na cidade de Campo Maior.