Polícia Civil prende soldado do Exército acusado de matar homem com ciúmes de sua namorada
O militar do exército, Adroaldo, foi preso em sua residência no Bairro Parque Piauí, também na Zona Sul de Teresina.
Policiais da Delegacia de Homicídios do Piauí, sob o comando do delegado Francisco das Chagas Santos Costa, o Bareta, prenderam na manhã desta quinta-feira (6 de março de 2014), o Soldado do 25º BC, Adroaldo Aci Rodrigues Neto, 19 anos, acusado de matar a tiros há um mês, no Bairro Morada Nova, na Zona Sul de Teresina-PI, o homem identificado por Joniel Campelo de Sousa.
O soldado Adroaldo foi preso em sua residência no Bairro Parque Piauí, também na Zona Sul de Teresina, onde os policiais cumpriram um mandado de prisão que foi expedido contra o militar pelo juiz Luís de Moura Correia, da Central de Inquéritos. O crime teve grande repercussão, por ter acontecido há poucos metros da Delegacia de Homicídios.
Três dias depois de matar Joniel, o soldado Adroaldo se apresentou ao delegado Bareta e alegou legítima defesa, tendo prestado depoimento e em seguida liberado já que a sua prisão ainda não havia sido decretada e já tinha passado o período do flagrante.
O inquérito teve o seu andamento normal e com a perícia concluída, a polícia não se convenceu de que o crime foi praticado em legítima defesa. “Os tiros foram pelas costas. Adroaldo estava em um Gol prata e o Joniel de moto, ele perseguiu a vítima até derrubá-lo, atirou primeiro e acertou a moto e depois terminou de matar. Quem dirigia o carro era Westerlanderson de Jesus Oliveira Pinheiro, vulgo Pelebreu que também está preso”, declarou o delegado Bareta, que pediu a prisão preventiva do militar.
O caso
Joniel Campelo estava de moto e foi seguido por um Gol prata de placa EPQ-7781-PI. O carro foi abandonado na Avenida Valter Alencar, no Bairro Monte Castelo, na Zona Sul de Teresina-PI, com um pneu estourado. Papiloscopistas da perícia fizeram exames nas impressões digitais. O delegado Bareta foi em busca da placa do carro e descobriu que ela estava no nome de uma pessoa residente em Valença do Piauí.
O proprietário explicou que já tinha vendido o veículo, que em Teresina estava no terceiro comprador. Segundo a polícia, o novo dono do carro é pai do soldado Adroaldo. Segundo o delegado, o soldado do Exército alegou que o crime foi motivado por razões passionais. Adroaldo estaria convivendo com uma mulher que namorou a vítima. Os dois teriam se encontrado na rua e Joniel teria feito gestos de que iria matá-lo.
O soldado Adroaldo foi preso em sua residência no Bairro Parque Piauí, também na Zona Sul de Teresina, onde os policiais cumpriram um mandado de prisão que foi expedido contra o militar pelo juiz Luís de Moura Correia, da Central de Inquéritos. O crime teve grande repercussão, por ter acontecido há poucos metros da Delegacia de Homicídios.
Três dias depois de matar Joniel, o soldado Adroaldo se apresentou ao delegado Bareta e alegou legítima defesa, tendo prestado depoimento e em seguida liberado já que a sua prisão ainda não havia sido decretada e já tinha passado o período do flagrante.
O inquérito teve o seu andamento normal e com a perícia concluída, a polícia não se convenceu de que o crime foi praticado em legítima defesa. “Os tiros foram pelas costas. Adroaldo estava em um Gol prata e o Joniel de moto, ele perseguiu a vítima até derrubá-lo, atirou primeiro e acertou a moto e depois terminou de matar. Quem dirigia o carro era Westerlanderson de Jesus Oliveira Pinheiro, vulgo Pelebreu que também está preso”, declarou o delegado Bareta, que pediu a prisão preventiva do militar.
O caso
Joniel Campelo estava de moto e foi seguido por um Gol prata de placa EPQ-7781-PI. O carro foi abandonado na Avenida Valter Alencar, no Bairro Monte Castelo, na Zona Sul de Teresina-PI, com um pneu estourado. Papiloscopistas da perícia fizeram exames nas impressões digitais. O delegado Bareta foi em busca da placa do carro e descobriu que ela estava no nome de uma pessoa residente em Valença do Piauí.
O proprietário explicou que já tinha vendido o veículo, que em Teresina estava no terceiro comprador. Segundo a polícia, o novo dono do carro é pai do soldado Adroaldo. Segundo o delegado, o soldado do Exército alegou que o crime foi motivado por razões passionais. Adroaldo estaria convivendo com uma mulher que namorou a vítima. Os dois teriam se encontrado na rua e Joniel teria feito gestos de que iria matá-lo.
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