Firmino Filho veta projeto que regulamenta vaquejada e gera discussão na Câmara
Teresa Britto (PV) elogiou o veto do prefeito e disse que sua decisão reflete o pensamento atual da sociedade de não permitir ou legalizar práticas acabam geran
A decisão do prefeito Firmino Filho (PSDB) de vetar o projeto de lei do ex-vereador Urbano Eulálio (PSDB) que regulamenta a vaquejada em Teresina gerou polêmica na Câmara Municipal. Na sessão desta quarta-feira (13), vereadores divergiram sobre a proposta e o líder do prefeito, vereador Edvaldo Marques (PSB), pediu a retirada de pauta do projeto, que deverá ser votada nessa quinta-feira (14).
A primeira a se pronunciar foi a vereadora Teresa Britto (PV) que elogiou o veto do prefeito e disse que sua decisão reflete o pensamento atual da sociedade de não permitir ou legalizar práticas acabam gerando maus tratos aos animais. Teresa pediu apoio aos demais parlamentares para manter o veto do prefeito por se tratar de uma medida voltada à proteção aos animais. “Não podemos mais permitir que nos dias de hoje um Poder Legislativo permita ou regularize uma atividade que prejudica a integridade dos animais, inclusive causando maus tratos”, defendeu a vereadora do PV. Os vereadores Ricardo Bandeira (PSDC) e Levino de Jesus (PRB) também se posicionaram a favor do veto.
Em seguida, o vereador Samuel Silveira (PMDB) subiu ao plenário para defender a derrubada do veto de Firmino. Para ele, a vaquejada se trata de uma atividade cultural do Estado e que por muitos anos foi o principal modo de subsistência da população piauiense. “Penso como vai ficar a festa do Vaqueiro em Altos, em União, o Vale do Sambito que tem uma cultura de vaquejada sedimentada. Se tem festa, como essa Casa pode vetar uma proposta voltada para a Cultura. Vamos votar pela derrubada do veto do prefeito”, explicou.
Também se manifestaram contra o veto e favor do projeto que regulamenta a vaquejada na capital os vereadores Antonio José Lira (DEM) e Dudu (PT). “O que se diz e se faz muito é demagogia. É querer fazer charme e cena para a opinião pública”, criticou Antônio José Lira.
Por outro lado, o vereador Joninha (PSDB) pediu para que os parlamentares mantenham o veto do prefeito porque o projeto se trata apenas regulamentação da vaquejada, e não da permissão ou proibição da atividade.
A primeira a se pronunciar foi a vereadora Teresa Britto (PV) que elogiou o veto do prefeito e disse que sua decisão reflete o pensamento atual da sociedade de não permitir ou legalizar práticas acabam gerando maus tratos aos animais. Teresa pediu apoio aos demais parlamentares para manter o veto do prefeito por se tratar de uma medida voltada à proteção aos animais. “Não podemos mais permitir que nos dias de hoje um Poder Legislativo permita ou regularize uma atividade que prejudica a integridade dos animais, inclusive causando maus tratos”, defendeu a vereadora do PV. Os vereadores Ricardo Bandeira (PSDC) e Levino de Jesus (PRB) também se posicionaram a favor do veto.
Imagem: Divulgação
Teresa Britto
Teresa BrittoEm seguida, o vereador Samuel Silveira (PMDB) subiu ao plenário para defender a derrubada do veto de Firmino. Para ele, a vaquejada se trata de uma atividade cultural do Estado e que por muitos anos foi o principal modo de subsistência da população piauiense. “Penso como vai ficar a festa do Vaqueiro em Altos, em União, o Vale do Sambito que tem uma cultura de vaquejada sedimentada. Se tem festa, como essa Casa pode vetar uma proposta voltada para a Cultura. Vamos votar pela derrubada do veto do prefeito”, explicou.
Também se manifestaram contra o veto e favor do projeto que regulamenta a vaquejada na capital os vereadores Antonio José Lira (DEM) e Dudu (PT). “O que se diz e se faz muito é demagogia. É querer fazer charme e cena para a opinião pública”, criticou Antônio José Lira.
Por outro lado, o vereador Joninha (PSDB) pediu para que os parlamentares mantenham o veto do prefeito porque o projeto se trata apenas regulamentação da vaquejada, e não da permissão ou proibição da atividade.
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