De acordo com o Setut, as empresas de ônibus não possuem condições de aumentar a frota em circulação já que o atual valor arrecado não cobre os curtos operacionais.
A população afirma que a baixa quantidade de ônibus rodando na capital ocasiona superlotação e a ausência de dispensador de álcool gel gera medo de contaminação pelo coronavírus.
Por meio de um vídeo publicado nas redes sociais, o presidente do Sintetro, Ajuri Dias, explicou que durante a assembleia a categoria votou pelo fim da greve.
O presidente do Sintetro, Ajuri Dias, informou que devido a não haver um consenso entre os profissionais e os empresários do setor, a categoria não tem previsão para retomar as atividades.
Após uma semana do retorno do transporte coletivo em Teresina, os usuários reclamam da demora nas paradas e do baixo número de veículos rodando nas ruas.
As ações aconteceram no decorrer da última semana nas paradas de ônibus localizadas na Praça da Bandeira e Praça Saraiva, no Centro da capital piauiense.
A decisão foi expedida pela desembargadora Liana Chaib, do Tribunal Regional do Trabalho da 22ª Região, que determinou a volta dos profissionais sob pena de multa diária de R$ 50 mil.
A categoria pediu a Strans uma ordem de serviço, que deverá ficar pronta apenas na segunda-feira (06), possibilitando que os ônibus voltem a circular na capital na terça-feira (07).
De acordo com o Setut, devido às medidas de isolamento social, a demanda de passageiros reduziu em 95% e a arrecadação diária está dificultando a cobertura dos gastos operacionais.
De acordo a Strans, a frota será reduzida devido a suspensão das aulas em escolas e faculdades de Teresina, o que diminuiu consideravelmente o número de passageiros.
De acordo com o presidente do Sintetro, Fernando Feijão, os motoristas e cobradores da empresa Entracol realizaram uma paralisação em prol de melhores condições de trabalho.