A promotora Gladys Gomes Martins de Sousa instaurou inquérito civil para apurar a concessão do abatimento de 50% no preço das passagens dos transportes coletivos urbanos.
O secretário estadual de Segurança Pública, Rubens Pereira, afirmou que uma força-tarefa foi montada no intuito de investigar as ocorrências e coibir a prática de novos incêndios.
"O processo da licitação até 2018, envolvendo 2015, 2016 e 2017, foi devidamente pago. O período de 2018 que se encerrou em dezembro está sendo compatibilizado", disse Francisco Nogueira.
Além do fim da greve dos trabalhadores do transporte coletivo, a desembargadora Liana Chaib ainda prevê uma multa no valor de R$ 10 mil por dia caso a categoria não retorne às atividades.
Os motoristas e cobradores de ônibus estão em greve há cinco dias na capital. O Sintetro informou que o movimento é uma forma de protesto para mais uma rodada de negociação.
O desembargador Wellington Jim Boavista notificou o Sintetro para que mantenha em atividade o mínimo de 70% da frota em horários de pico e 50% nos demais horários.
Segundo Fernando Feijão, a paralisação é por conta do atraso no pagamento dos salários dos trabalhadores do transporte coletivo da capital, que deveria ter sido efetuado nesta terça-feira (05).
Durante reunião nesta terça-feira (05), a categoria decidiu não aceitar a proposta de aumento salarial de 4%, proposto pelos representantes das empresas de ônibus.
Nesta terça (5), o Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos de Passageiros de Teresina solicitou ao Tribunal Regional do Trabalho, através de uma ação cautelar, o aumento da frota.
O Sintetro informou que não houveram avanços durante as negociações, sendo assim apenas 30% da frota de ônibus exigida por lei estará circulando nesta terça-feira (05).
O presidente do Sintetro, Fernando Feijão, relatou que a paralisação ocorrerá em função de uma assembleia a ser realizada para discutir a questão do reajuste do salário base.