O senador sofreu denúncia com base em investigações autorizadas no ano passado pelo ministro Lewandowski.
São 25 solicitações de cassação de Temer, sendo um deles feito pela própria Ordem.
Rodrigo Janot solicitou o pedido de prisão preventiva do deputado que está sendo acusado de receber propina.
A investigação tem como base as delações de Cláudio Melo Filho e José de Carvalho Filho, ex-diretores da Odebrecht.
Quem fez o pedido ao STF, de inclusão de Temer no inquérito, foi o procurador-geral da República, Rodrigo Janot.
A mesma regra vai impactar tribunais de contas dos estados e dos municípios, tribunais regionais federais e dos estados.
O pedido foi enviado ao ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin.
Atualmente o processo está sob responsabilidade no ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF, mas deve ser redistribuído.
O governador participou de audiência no STF nesta quinta-feira (03).
A declaração será usada na ação imposta pelo PT contra o decreto.
Os indícios de fraude foram reunidos com base em informações fornecidas por duas companhias aéreas: TAM e GOL.
O pedido é um recurso apresentado à decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Mello.
O Presidente foi denunciado por corrupção passiva pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.
Presidente discursou em anúncio de recursos para a saúde.
Por ser denúncia contra o presidente da República, o STF precisa da autorização dos deputados para abrir a investigação.
Os deputados Afonso Motta (PDT-RS) e André Figueiredo (PDT-CE) pediram que Rodrigo Janot fosse ouvido.
Michel Temer foi denunciado por Rodrigo Janot por corrupção passiva.
Parlamentar ficou mais de um mês afastado por decisão judicial.
O atual relator do caso é o Ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Na mesma decisão, o ministro rejeitou o pedido de prisão feito pelo Procurador Geral da República, Rodrigo Janot.
